All you need is courage
O ser humano não devia ter medo de falar o que sente…
Há quem diga que expor seus sentimentos é fazer papel de ridículo.
Outros tem medo de se entregar, dizem que irão sofrer.
Isso pra mim é só uma coisa: medo.
E ele só serve pra limitar a vida.
Sofre mesmo aquele que nunca abriu o coração para ninguém, amigo ou amante.
Passa os dias com um sentimento preso no peito, angustiado.
O Criolo que me perdoe, mas existe sim, amor em SP.
Ele só está (bem) escondido, mas está por aí, esperando ser liberto.
Uma grande amiga minha me disse uma vez: “Faça todo dia algo que lhe dê medo”
Então pare de se limitar.
Viva a vida ao máximo, sem medo.
Arrisque.
Ria.
Fale.
Grite.
Curta.
Elogie.
Abrace.
Se divirta.
Aproveite.
Viva.
Sex Shop, jaquetas e reencontros
E hoje, oficialmente, “começamos” as vendas da nossa futura Sex Shop.
Uso as aspas porque eu, por enquanto, estou participando meio que indiretamente das atividades da loja.
Um dos sócios não está fazendo nada, e não aparenta nada diferente disso, sooo… ele será convidado a se retirar em breve.
Ele saindo, eu entro em cena (agora diretamente, e contribuindo com meu cash)
Consegui converter muitas vendas hoje, somente com os colegas mais próximos. E com um approach bem safado (em todos os sentidos da palavra)
Sempre tive curiosidade de trabalhar com esse ramo, e até agora estou gostando bastante :)
Em breve subiremos a nossa loja virtual para servir de catálogo, e para podermos vender fora do mundo da empresa.
Depois de tudo isso, saí em busca de uma jaqueta de couro, e no meio dessa busca achei uma amiga que não via desde a época do colégio.
Conversamos durante um bom tempo, e no final acabei comprando a jaqueta com ela. Foi uma excelente aquisição, que ela mesmo ajudou a escolher.
É, foi um bom dia.
Ode à amizade
Não que eu seja uma pessoa muito velha, mas de uns tempos pra cá, todos os conceitos da sociedade mudaram. E pra pior, diga-se de passagem.
Mas um deles sempre me tirou o sossego.
A habilidade das pessoas de fazer “amigos”
Uma das coisas realmente boas da minha vida (e que eu me orgulho muito), são os meus amigos.
E quando eu digo amizade, é amizade mesmo!
Daquela onde rola cumplicidade, o outro saber o que você está pensando só de olhar, choro no ombro por causa daquela guria que fodeu com você… coisas assim.
Só que pras coisas terem atingido um nível desses, demorou muito tempo, rolou muita convivência, e o mais importante, muitos problemas foram superados juntos.
Afinal, amigo é aquele que tá contigo tanto num casamento, quanto num velório.
Pelo menos na teoria.
Não digo que hoje não exista mais amizade de verdade… ela está lá, mas respirando por aparelhos.
Não sei se as pessoas esqueceram da definição de “conhecido” e “colega”, ou se estão apenas desesperadamente procurando alguém pra chamar de amigo, pra não se sentir sozinho. Ou apenas pra se sentir aceito perante a sociedade.
O caso mais comum (e o qual mais fazem as pessoas se estreparem), é o “amigo balada”.
A fórmula é fácil: saia com a mesma pessoa de 2 a 4 vezes no mês para uma balada à combinar.
PRONTO! Você tem um novo amigo!
Agora vem o porém: em 90% dos casos, esse “amigo” novo que você adquiriu tá CAGANDO pra você.
Ele tava só de bobeira na hora, e como você foi o 1º a chama-lo pra sair, ele aceitou.
Ou ele só quer comer a sua amiga gostosa mesmo.
Quando você passar por algum aperto, o seu amigão do peito vai estar tomando cerveja com outra galera.
Ou comendo a sua amiga, já que você não vai estar atrapalhando, porque vai estar no hospital com algum problema qualquer.
O conselho é meio batido, mas é real: vale mais um único amigo de verdade, do que 100 que nunca irão segurar sua mão quando você precisa.
Por isso, se bote a pensar.
Por quem você botaria a mão no fogo? E porque?
O que o seu vulgo “amigo” já fez de realmente importante pra você?
Ele botaria a mão no fogo por você? Sim? Certeza? Porque?
Não tenha medo de podar suas relações. Você deve estar sempre rodeado de pessoas que te fazem bem de verdade, e que agreguem algo à você (cerveja toda Sexta não vale como agregamento).
No começo do texto eu mencionei sobre velório, e porra, eu além de servir de pilar (figurativamente dizendo) para o meu amigo num momento difícil, eu ainda levei o caixão aonde estava a mãe dele!
E sinceramente, hoje em dia eu não vejo uma pessoa ter capacidade nem de inteirar a passagem de ônibus da outra.
Novamente, fica por aqui o meu desabafo…
Nunca se esqueçam dos seus amigos, porque no final das contas, eles são a parte mais importante da sua vida.